Disfagia: Consistências e Espessantes na Prática (Framework IDDSI)
A linguagem única da IDDSI: os 8 níveis (líquidos 0–4, alimentos 3–7), os testes objetivos (seringa de 10 mL, garfo, colher), amido × goma xantana, o risco escondido de desidratação e os sinais de aspiração. Guia à beira do leito.
Terapia NutricionalNutrição Enteral × Parenteral: Diferenças e Quando Usar Cada Uma
A regra de ouro “se o intestino funciona, use-o”, a tabela comparativa das duas vias, as indicações da enteral e da parenteral, NP central × periférica (osmolaridade 900 mOsm/L), NP suplementar e o timing no crítico. BRASPEN, ESPEN e ASPEN.
Terapia EnteralCuidados com a Sonda Nasoenteral: Posicionamento, Manutenção e Complicações
Confirmação de posicionamento (a radiografia é padrão-ouro; a ausculta não é confiável), cabeceira 30–45°, lavagem (flush), medicamentos pela sonda, prevenção de obstrução, constipação na NE e a conduta nas principais complicações. Com checklist diário.
Paciente CríticoNutrição do Paciente Obeso Crítico (UTI): Hipocalórica Hiperproteica
A estratégia hipocalórica hiperproteica: quantas calorias (11–14 kcal/kg peso real; 22–25 kcal/kg peso ideal se IMC >50), quanta proteína (2,0–2,5 g/kg peso ideal), qual peso usar e o papel da calorimetria. ASPEN/SCCM.
Controle GlicêmicoHiperglicemia Hospitalar: Conduta Nutricional no Paciente Diabético
Definição (>140 mg/dL), metas glicêmicas (crítico 140–180, não-crítico 100–180), monitorização na TNE/TNP, conduta nutricional (fórmula para diabetes, evitar hiperalimentação) e o papel da insulina. Diretriz SBD 2025.
PerioperatórioAbreviação do Jejum Pré-Operatório (Protocolo ACERTO)
Os tempos atuais (líquidos claros 2h, sólidos 6–8h), a bebida de carboidrato do ACERTO/ERAS, benefícios (menos resistência insulínica e desconforto) e contraindicações — com tabela e exemplo prático.
Terapia EnteralTipos de Dieta Enteral: Polimérica, Oligomérica e Elementar
A diferença entre as fórmulas por grau de hidrólise, os outros eixos (densidade, teor proteico, fibra, especializadas) e como escolher pela função do trato gastrointestinal — com tabela comparativa e exemplo prático.
Terapia EnteralDiarreia na Nutrição Enteral: Causas e Conduta Passo a Passo
Por que não pausar a dieta às cegas, as causas (medicamentos com sorbitol, antibióticos, C. difficile, osmolaridade, baixa fibra) e o fluxograma de conduta — quando usar fibra, oligomérica e probióticos. BRASPEN e RASBRAN.
Diagnóstico NutricionalCritérios GLIM: Como Diagnosticar a Desnutrição Passo a Passo
As 2 etapas do GLIM, os critérios fenotípicos (perda de peso, IMC, massa muscular) e etiológicos, e o estadiamento em desnutrição moderada ou grave — com exemplo prático e calculadora. Consenso GLIM 2019 e atualização 2025.
Terapia EnteralComo Calcular a Dieta Enteral: Guia Passo a Passo
Energia (kcal/kg por fase), proteina (g/kg), densidade da formula, volume, velocidade de infusao e agua livre — com exemplo pratico e link direto as calculadoras. Baseado em BRASPEN 2023 e ESPEN 2023.
Crítico / UTISíndrome de Realimentação: Protocolo NICE, Critérios de Risco e Conduta Nutricional
Critérios NICE 2017, hipofosfatemia como marcador-chave, tiamina IV obrigatória e protocolo passo a passo de prevenção (5–10 kcal/kg/dia). Inclui FAQ e casos clínicos. Baseado em NICE, BRASPEN 2023 e ASPEN 2020.
CirúrgicoImunonutrição Perioperatória: Indicações, Protocolo e Evidências
Arginina, ômega-3 e nucleotídeos no pré e pós-operatório de cirurgias oncológicas e de grande porte. Protocolo 5–7 dias pré + pós-op com redução de ~50% de infecções. Baseado em ESPEN 2021, BRASPEN 2023 e ASPEN 2022.
Nutrição RenalRecomendações de proteína para pacientes com DRC em hemodiálise
Revisão das recomendações proteicas por estágio da DRC e aplicação prática no cálculo da oferta. Baseado na Diretriz BRASPEN 2021.
Nutrição HepáticaEncefalopatia hepática: a restrição proteica ainda é indicada?
O paradigma clássico mudou. ESPEN 2019, EASL 2022 e BRASPEN 2021 recomendam manter 1,2–1,5 g/kg/dia de proteína mesmo na EH, com proteína vegetal e láctea preferencial e ceia tardia obrigatória.
Nutrição ClínicaSarcopenia no paciente hospitalizado: triagem, diagnóstico e intervenção
Critérios do EWGSOP2, ferramentas de triagem (SARC-F, SARC-CalF) e metas de intervenção nutricional e funcional no paciente internado.
Nutrição OncológicaCaquexia e desnutrição no paciente oncológico: diagnóstico e intervenção
Critérios diagnósticos da caquexia oncológica, triagem nutricional e metas de intervenção. Baseado no Consenso Nacional INCA e ESPEN.